21 de junho de 2017

Hábitos que quero passar a ter


A minha vida está sempre em constante mudança e eu nem sempre gosto disso porque perco hábitos que costumava ter - que eu considerava bons - e ganho outros tantos maus. Hoje decidi recolher vários hábitos que quero ganhar, de novo ou totalmente do início, e espero conquistá-los com o tempo. Ao publicar isto, obrigo-me (ou esforço-me mais) a cumprir os próximos 35 hábitos.

3 de junho de 2017

FAVORITOS DE MAIO


Maio para mim foi um mês estranho, não sei se foi horrível ou bom. Foi o mês das primeiras entregas, dos primeiros testes, do aniversário do Hugo, da semana académica, do cortejo e de tudo o que isso trouxe. 

31 de maio de 2017

Parabéns, amor!


Hoje a minha pessoa preferida faz anos, e eu não sei se hei de te parabenizar, se hei de te agradecer… 

24 de maio de 2017

Desisti do estágio. E agora?


Ando a escrever isto há uma semana, mas não conseguia dizer nada, faltavam-me as palavras para conseguir esclarecer que eu não quero dizer que desisti, pura e cruamente.
Na verdade, eu apenas desisti de andar sempre mal, sempre desmotivada, a sair de casa propositadamente para levar com comentários parvos, com pessoas que eu já não gostava antes do estágio e com aquelas que fui deixando de gostar lá dentro. Pessoas com quem não me identificava, que me custava aceitar que existem pessoas de mau caráter que estão aptos para fazerem de tudo para não perderem um lugar que nem sequer estava ameaçado.
Percebi que não estava bem, que nada disto me fazia bem e que preferia desistir enquanto me compensava o tempo livre que ia ter. Podia ter desistido antes, ter aproveitado melhor o meu tempo, mas decidi ir mesmo até ao fim, até onde eu aguentaria. E parei por aqui, não aguentava mais, já estava no meu limite.
Falei com a diretora de curso, e, mais tarde, com o professor que ficou encarregue pelo meu estágio. A minha diretora de curso percebeu logo, apoiou-me e ficou desde cedo do meu lado. O meu professor ficou de pé atrás, não me queria deixar desistir a faltar tão pouco para terminar, mas depois de relatar poucas coisas que me tinham acontecido, compreendeu e aceitou.
Fui ao hotel depois de receber o ok do professor, falei com a orientadora, não me justifiquei por aí além e ela disse que estavam (ela e a diretora) com planos futuros para mim, que tinham projetos que me incluíam, que realmente queriam ficar comigo depois do estágio. O meu professor já me tinha dito isto, que tinha sido falado entre os dois, mas nem assim fiquei com vontade de continuar lá.
Apesar de tudo, conheci pessoas que realmente são boas, que me ajudaram sem ser a “obrigação” delas, que me aconselharam, ouviram, confidenciaram, tudo. Há realmente pessoas por quem eu ficaria ali, pessoas das quais vou ter saudades e espero encontrar num futuro próximo, talvez não naquele local, mas noutro qualquer.
Sei que mais tarde me posso vir a arrepender brutamente disto, sei que perdi de facto uma grande oportunidade para o meu futuro, porque, entrar no mercado de trabalho logo a trabalhar na direção de um hotel é incomum, mas também sei que era o melhor para mim e para todos os meus males.
Há coisas que nunca vou deixar para trás nem pensar duas vezes quando estão envolvidas, e uma delas são os meus valores. Se há algo que está a interferir com eles e que me faz duvidar de mim mesma, sei que não é bom para mim. Se chegar a casa e chorar sempre, se sair de lá é o único momento do dia em que me sinto, não feliz nem tranquila, mas aliviada, sei que não era local para mim.
Não fico triste com nada do que fiz nem que deixei de fazer, não fico desiludida comigo em momento algum. Na verdade, estou muito orgulhosa de mim e do que suportei até aqui. Tenho plena noção que fiz tudo o que podia e que desisti porque foi o melhor para mim.
Espero que quando chegar o momento de me arrepender disto, à séria, seja também o momento em que percebo que nunca me pus em causa, nem a mim nem aos meus valores. Nem mesmo quando o prestígio, o status ou o dinheiro poderiam falar mais alto.

2 de maio de 2017

FAVORITOS DE ABRIL


Abril foi um mês que não sei definir se passou rápido ou não, porque não me lembro de pensar se ainda estávamos no início, no meio, ou no fim. Ainda não foi desta que a faculdade me levou à exaustão, por isso tenho que considerar que foi um mês calmo.

22 de abril de 2017

A (vossa) fita

O meu blog anterior servia para mil e uma coisas, teve trezentas caras e imensas publicações que com o tempo iam deixando de fazer sentido. Mas tinha uma coisa que eu gostava: as visitas que recebia, o número dos comentários e o número de seguidores que tinha. Posso dizer que estava realmente perto dos 1000, os tão desejados mil que eu queria. Quando comecei a pensar no que realmente me importava, não eram esses números, mas sim o apoio das pessoas que gostavam de mim. Percebi que os números eram grandes e que isso nem sempre é bom, então quis começar de novo.

Decidi criar este blog exatamente no momento em que novas fases começaram: a mudança do secundário para a faculdade, o início do meu namoro com o Hugo, o aceitar de várias coisas que me tinham acontecido… Na altura pensava que preferia começar totalmente de novo, sem nenhuma publicação da minha vida antes disso e foi o que fiz, mas, mais tarde, fui reavivar publicações do blog anterior para este. Ficaram e continuam cá, mas sei que o meu novo início foi nesse mesmo dia: 21 de setembro de 2014. E desde aí, os seguidores foram crescendo, os comentários igualmente, os laços foram-se criando e o “à vontade” e o conteúdo foram nascendo.

Posso, finalmente, dizer que esta minha “casinha” está a meu gosto, os “convidados” são os que eu quero ter e que estou realmente muito feliz com o que me tem acontecido por cá e tudo o que isto me traz e me faz sentir e ser.

Durante todo este tempo, fui partilhando as minhas experiências, as minhas vitórias, as minhas derrotas, os meus objetivos, as minhas metas conseguidas e não conseguidas, os meus pensamentos, os meus amigos e falta deles, as minhas dicas, o meu estudo. Partilhei tudo o que pude, o que consegui e o que me lembrei de fazer. 

No ano passado, por volta desta mesma altura, a Inês teve uma iniciativa que eu adorei. Ela abriu uma página para nós, os leitores, “escrevermos na fita dela”. E eu quero fazer o mesmo. Basicamente, ela guardou uma fita exclusivamente para os seus seguidores, e todas as palavras que lhe foram ditas, ela escreveu na fita.
Na altura, eu levava as fitas com um tom menos sério que agora e pensei “não vou escrever nada, provavelmente nem sou uma das pessoas que ela quer que escreva”, então não lhe dediquei nada, nenhuma palavra. Ia escrevendo e pensando “hm não”, e voltava a apagar. Depois, a Inês escreveu uma publicação sobre a fita, sobre todos os que tinham escrito, e sempre que eu via fotos das fitas dela pensava “bem que lhe podia ter dito algo”. 

Até hoje sinto-me “arrependida” por não lhe ter dito nada, porque, com o passar do tempo fui valorizando as coisas que as pessoas nos dizem e nós nem sempre damos valor. Perceber um pouco a maneira como as pessoas nos veem, dá-nos novas perspetivas acerca de nós próprios e agora que estou no último ano e começo a pensar em entregar as fitas, lembro-me da Inês, que quis eternizar as nossas palavras nas fitas dela.

Sempre que eu digo algo sobre a faculdade no Twitter, ou até aqui, vocês dão-me sempre um pouquinho de força. O meu coração aquece um pouquinho mais, sempre que vocês me dizem algo e percebo que realmente nada era igual se eu não tivesse este blog. Não me sentia igual, não tinha tanta força nem motivação, não pensava que realmente há pessoas no mundo que me ouvem, leem e que gostam de mim sem eu me esforçar um pouquinho que seja para tal.

Este último ano está a ser o mais complicado para mim, pelas mais variadas razões, que muitas delas partilho por cá, e a falta de palavras amigas só se preenche quando leio os vossos comentários. 
Até dezembro pensei sempre “o que vou eu fazer para o cortejo? Que vontade tenho?”. Via toda a minha família e amigos entusiasmados e eu só conseguia pensar na falta de vontade que eu tinha. A minha mãe e a minha irmã, que juraram faltar no dia seguinte ao trabalho e à escola só para me verem até ao fim, só para verem o meu último cortejo, o meu ano de finalista, o passar da tribuna perceberam desde o início que eu realmente não me importava se ia ou não, para mim era um tanto faz redondo. Mas agora tudo me está a bater: o facto de ser mesmo o último da licenciatura. Tudo o que conquistei ia-me passar ali à frente dos olhos. Desde o primeiro cortejo, naquelas escadas do tribunal (que tanto me avisaram que me iam fazer chorar), a cantar pela casa e pelas pessoas que me acolhem durante esse ano, as lágrimas caem enquanto penso em tudo o que passei desde Setembro: as vezes que eu achei que ia falhar e me surpreendi, os esforços que fiz, as vezes que deixo de acreditar em mim e volto a fazê-lo com mais força. Tudo me passa pela cabeça.

Por isso, a vocês, tenho que vos agradecer de todas as maneiras possíveis e imaginárias e, agora, que estou no final desta nova fase que me fez criar o blog (a faculdade), quero que façam também parte disto. Vocês que sempre me deram força para continuar até ao fim, que ainda que não me conheçam, que não sejamos amigos há anos, fazem com que tenha um carinho inexplicável por vocês e por este cantinho. Este ano, ano em que sou finalista e que começo a andar com as fitas atrás de mim, quero que me passem toda a força que me dão momentaneamente, mas desta vez para ficar escrito e recordado permanentemente.

Espero que não pensem o que eu pensei quando a Inês fez isto, porque eu quero mesmo mesmo mesmo mesmo as vossas palavras. De todos vocês. Não são obrigados, de todo, mas quero deixar claro que todos são importantes para mim e têm um espaço nesta fita, seja ele pequeno ou grande – o que ficará a vosso critério – mas que o têm. Espero que este ano, quando estiver nas escadas do tribunal, com a pasta na mão, perceba que posso chorar à vontade, porque está a acabar e todos os que estão nas minhas fitas estiveram comigo desde o início: a minha família, o meu namorado e a sua família, os meus colegas e amigos, os meus professores e VOCÊS. Todos vão estar comigo naquelas escadas, naquele momento que, assim como as fitas, irei guardar para sempre.

A página para as vossas dedicatórias já está aberta e ficará até ao fim do dia 6 de maio: dia em que tenho de anexar as fitas à pasta. Obrigada a todos: seja o “todos” uma, cinco, dez ou cem pessoas.

19 de abril de 2017

5 blogs parte I


Depois de pensar nas possibilidades de posts que vos poderia trazer que não só me enchessem as medidas a mim como a vocês, decidi trazer 5 blogues portugueses que adoro seguir e, certamente, vocês também vão gostar de conhecer (se já não conhecem!)
Como não me consegui ficar por 5 blogues apenas, decidi não apagar os restantes que tinha inserido, mas sim passá-los para uma segunda e uma terceira publicação.
Então, os primeiros 5 blogues são os seguintes:

13 de abril de 2017

Coisas que gosto sobre a Primavera (GC 015)


Passado algum tempo, o Gratitude Challenge voltou. Apesar de não ter postado nada desde a 10ª semana, continuei a escrever durante essas 5 semanas que não publiquei no blog, mas por muito que quisesse, nem o texto me agradava, nem o tempo era meu amigo.

Hoje, como pedido na 15ª semana, trago as coisas que gosto sobre a primavera.

O tempo. O facto de não estar sempre imenso calor ou imenso frio, o tempo que nem sempre é previsível, mas é sempre minimamente agradável, o meio termo. Com o tempo vem o sol. Sempre que este aparece é um boost de energia, de alegria, de vontade de viver a vida e fazer tudo e mais alguma coisa. Para este tempinho, a roupa também é uma das coisas que mais gosto na primavera: é mais prática, mais leve, não ando descapotável, mas também não ando de gola alta, cachecol, casaco como se fosse para a Serra da Estrela e mil outras coisas. É tão mais fresco, tão mais bonita. Podemos usar tons florais, cores claras, tudo. As flores pelo caminho também são um up up. Como não adorar passar por jardins coloridos, ou até menos: um passeio simples com algumas flores plantadas. Dá logo outro ar às ruas e dá uma alegria passear. Por fim: o horário de verão. Anoitecer mais tarde, serem 20h e ainda estar um céu azul claro, ou serem 19h e ainda conseguir levar com raios de sol na cara. Adoro todo este tempo, todas estas sensações, tudo.

5 de abril de 2017

Mais de 1000 razões para ser feliz 010


O facto de haverem mais de 1000 razões para ser feliz.

Parece que nem sempre percebemos, ou não queremos perceber, mas há tantas razões para sermos felizes e nem sempre valorizamos isso. Temos de aprender a viver com o que nos é dado, em vez de desejarmos outras coisas que não nos pertencem.

3 de abril de 2017

FAVORITOS DE MARÇO


O mês do meu aniversário, o mês do início de primavera, o terceiro (já?!) mês do ano, um dos meus meses preferidos, e mais um mês de favoritos aqui no blog.

29 de março de 2017

ANIVERSÁRIO • As 21 músicas da minha vida

Hoje trago mais uma publicação de aniversário: a última. Desta vez, continuam a ser 21, mas as 21 músicas da minha vida. Variam imenso, contém os meus throwbackzinhos, indie, EDM, e afins. O meu Jack Johnsonzinho ♥, o meu Ben Harper, Eddie Vedder (que fiquei triste por o Spotify não ter a "Skipping"), e por aí além. Espero que gostem de conhecer mais um pouco sobre mim e que tenham gostado deste mês!

Mais uma vez, tenho que vos agradecer por tudo o que me dizem, tudo o que me ajudam a conquistar, e pela força que me dão sempre para melhorar a cada dia que passa. O meu blog tornou-se mais que "o meu blog" porque tenho pessoas que me lêem, que me elogiam, que me acompanham, o meu blog agora é um cantinho onde eu me sinto bem, porque vocês me fazem sentir bem! Muito obrigada a todas, e a todos, pela inspiração que me dão sempre.

25 de março de 2017

ESTÁGIO • A Entrevista


Bem, como tinha dito, o meu professor conseguiu fazer com que isto fosse possível e tive entrevista no dia 8 de março.
Ficou marcada para as 14h30, e com a confusão dos transportes cheguei 10min atrasada. Disse na receção que tinha uma reunião com a diretora, ao que me responderam que ela estava atrasada e só chegaria às 15h. Senti-me super aliviada, e fiquei à espera dela. Eram 15h50 quando chegou e o meu lado de menina certa já estava muito irritado, mas o outro estava super entusiasmado.
Fomos para cima, falamos, perguntou-me as línguas que tinha, a idade, os dias que tinha disponíveis, mostrei o interesse que tinha, a área que queria trabalhar e que achava que era para isso que lá estava e, para minha surpresa, não estava ali sentada para estagiar no back office mas sim na direção do hotel.
A direção tinha mudado recentemente e precisavam de mais uma ajuda, claro que eu adorei a ideia porque tinha a parte da organização que eu adoro, a parte do escritoriozinho que tinha mencionado, o pouco contacto com os clientes e, pensava eu, o estar sentada todo dia. Disseram que 140h era muito pouco para me passar o mínimo de know how e que íamos ver como seria.
No dia seguinte, tive aula com o tal professor, que no fim pediu para falar comigo e disse que eles queriam ficar comigo depois do estágio e que era uma grande oportunidade, tanto estagiar como trabalhar na direção de um hotel de 4 estrelas, situado no centro do Porto. Claro que para isso teria que fazer um esforço, e esse esforço era passar de 140h para 400h. Tentei ver tudo o que estava ao meu alcance e realmente era possível, mas não dependia só de mim.
Quando fui falar de novo com o professor para lhe mostrar como me tinha organizado, ele já estava a fazer o meu protocolo com a faculdade, a tratar de tudo para começar a estagiar segunda-feira às 9h.

22 de março de 2017

ANIVERSÁRIO • 21 coisas a fazer aos 21


1. Tirar o aparelho. Já estou fartinha desta linha de comboio na minha boca, não que ache que me fique mal (pelo contrário, só comecei a gostar um pouquinho mais de mim depois de o ter colocado), mas porque estou cansada de andar sempre em consultas, em manutenções, etc há quase 2 anos.
2. Pintar o cabelo. Quero muito muito muito pintar o cabelo de castanho violino este ano, arriscar em mim sem medo.
3. Trabalhar. Não sinto como uma obrigação mas, pelo contrário, estou muito entusiasmada.
4. Mudar o guarda-roupa. Porque estou a contar que será este ano que começo a trabalhar e que posso ter o meu dinheiro e pensar em mim sem problemas de "ai não posso".
5. Empenhar-me. Em tudo, sem desistir, sem desmotivar.
6. Dedicar-me a mim mesma. Vou fazer com que esta idade seja a idade que vou apostar tudo o que tenho em mim mesma.
7. Organizar-me mais. Já estou num nível de organização que até a mim me irrito, mas quero ser ainda mais organizada e não ter problemas com isso.
8. Ser ainda mais grata. Agradecer por tudo e por nada, demonstrar gratidão e contagiar toda a gente com isso.
9. Viajar. Que seja este ano que me vou começar a aventurar, à grande ou não.
10. Confiar em mim. E mostrar ao mundo que confio.
11. Apresentar o projeto. Estou, por um lado, entusiasmada com isto e, por outro, com medo desta última fase da licenciatura. Mas espero que tudo corra como quero!
12. Parar de ser insegura. Arranjar 395729 maneiras de parar com este facto.
13. Começar a pensar em sair de casa. Mesmo andando a ver casas com o Hugo, meio que na desportiva, tenho que começar a sentir isto como real, porque quero mudar-me em breve.
14. Ter uma rotina que me deixe feliz. Seja quando começar a trabalhar, seja ainda em tempo de aulas, quero fazer algo todos os dias que me deixe feliz, descontraída.
15. Entrar num ginásio. Algo que quero fazer, nem que seja para praticar exercício e deixar de ser sedentária.
16. Aceitar-me. Porque já chega de ver defeitos em mim, de pensar que podia ser assim e assado. Sou como sou e tenho que me aceitar a mim própria, gostar de mim.
17. Fazer uma tatuagem. Que seja durante este ano que faço a tatuagem que eu e a minha irmã queremos fazer!
18. Fazer uma grande compra. Se já trabalhar, espero conseguir comprar um PC novo ou uma câmara com o meu dinheiro. É algo que preciso há algum tempo.
19. Relaxar. Parar de me preocupar com tudo e tirar tempo para relaxar, para descansar.
20. Não sofrer por antecipação. Isto tenho mesmo que seguir, a principal causa de todos os meus problemas atuais são preocupações com coisas que só vão acontecer daqui a meses.
21. Ser feliz. Porque, acima de tudo, quero ser feliz!

18 de março de 2017

FACULDADE • O estágio



Neste capítulo quase final da faculdade, quero que vocês me acompanhem na aventura a que chamam estágio.
No meu curso, o estágio é opcional, sendo o projeto obrigatório. Continuamos a ter aulas e o estágio são 140 horas divididas por 3 dias: sábado ou domingo, segunda e terça; deixando um dia do fim-de-semana para podermos estudar. Óbvio que todos nos recomendam fazê-lo, quanto muito não seja para o curriculum. É uma mais valia para pessoas que, como eu, ainda não tiveram contacto com o mundo profissional.
Claro que optei por fazê-lo, mesmo tendo as coisas negativas em conta: menos tempo para estudar, mais cansaço a todos os níveis, mais perda de tempo em transportes, gastos com o almoço e transportes, etc.
Óbvio que preferia que o meu curso tivesse a opção de estágio durante todo o 2º semestre – todos os dias – e entrega de relatório de estágio como aprovação. Mas, não é possível e nem tudo pode ser como queremos.
Hoje trago-vos o processo de escolha, mais tarde virá a entrevista, as minhas funções e durante todos os meses direi o meu veredito de cada mês.

15 de março de 2017

ANIVERSÁRIO • 21 coisas que não sabem sobre mim


1. Não gosto de café. De maneira nenhuma, estilo nenhum, marca nenhuma, o que quer que seja. Detesto o sabor e o cheiro, até mesmo aqueles rebuçados ou algo que tenha sabor a café para mim está fora da lista.
2. Não gosto de álcool. São poucas as bebidas alcoólicas que já experimentei e limitadíssimas as que experimentei e gostei. Não consigo mesmo gostar do sabor e do que sinto quando passa a garganta, ew.
3. Para mim é impensável andar de saltos. Arranjo sempre alternativas para tal, seja sandálias com compensação, o que quer que seja, tudo é melhor que saltos.
4. Estou no último ano de faculdade e ainda não estou certa que é isto que quero. Sempre quis seguir psicologia e nunca me arrisquei a mudar de curso depois de ter entrado neste, porque pensei que ia ser uma desilusão enorme para a minha mãe, etc etc.
5. Adoro temperos. Sempre que como procuro uma maneira que a comida tenha pimenta, cominhos, alho moído, oregãos e mil por uma linha. Adoro o sabor de tudo.
6. Não gosto muito de bolos. Bolos de aniversário, ou até aqueles bolos quando entramos numa padaria, não há nenhum que me chame muito a atenção e só há um ou dois bolos de aniversário que consigo comer com vontade, os restantes como só para a pessoa não levar a mal.
7. Salgados > Doces. Como dá para perceber, não vou mesmo nada à bola com a maior parte dos doces.
8. Detesto o cheiro de combustível. Apesar de muitas pessoas adorarem, a mim o cheiro dá-me enjoos.
9. Tenho que passar a 00h da passagem de ano com a minha família. Se não o fizer, penso que o ano vai correr mal, nem que seja num aspeto isolado. Tenho mesmo muito medo.
10. Tenho que fazer tudo o que penso em fazer. Por exemplo, estou numa loja, penso "vou ver o preço", e se por alguma razão o meu consciente não quiser ver o preço, eu tenho que me obrigar a ver porque se não o fizer, passo o dia a pensar nisso e "qual seria o preço?" e, mais extremo, "algo pode acontecer por eu não ter visto". Por isso, várias vezes tenho que fazer coisas que nem são típicas porque há uma vozinha na minha cabeça que diz para eu o fazer.
11. Tenho que dormir com muitas almofadas. Ou então com uma grossa, e nunca durmo com a almofada normal, ela tem que estar na diagonal. Para dormir bem, há todo um ritual de coisas a fazer, e isto é uma delas.
12. Pelos vistos falo enquanto durmo. O Hugo é a única pessoa que me diz, mas eu acredito que sim. Ele mantém conversas comigo enquanto eu durmo, e temos bastantes episódios desse género. Houve um dia que depois de termos conhecido o filho do primo dele, quando já estava a dormir, disse "chega-me o leite para o menino" e ele tipo ???? que menino????, ao que eu respondo: o filho do João! E ele numa de não me querer acordar nem gozar comigo, limitou-se a dizer: toma, está aqui. E eu disse obrigada, virei-me para o lado e pronto. Também há várias vezes que sonho com algo wow e quero mostrar-lhe então chamo-o e quando percebo que se calhar não é tão fácil partilhar com ele, digo-lhe "deixa lá, depois mostro-te"
13. Adoro salada. Adoro alface, cebola, temperar a salada, tudo tudo.
14. Adoro surf. Sinto-me super relacionada com o desporto e "estilo de vida" a ele ligado, mas nunca o pratiquei. E gostava imenso, não fosse tão medricas.
15. Detesto falar em público. Tudo o que envolva apresentações já é um grande pânico para mim, prefiro mil vezes entregar o dobro dos trabalhos do que fazer para apresentar. Sou mesmo muito nervosa e ansiosa nestas coisas.
16. Leio todas as entrelinhas de uma SMS. Recebo uma mensagem com um simples "sim/não" e um emoji a rir e já fico tipo "ah a pessoa deve estar a ver um filme ou a ter conversas cómicas", ou se for mais desenvolvida já penso em tudo o que a pessoa pensou até chegar a cada palavra.
17. Pesquiso sempre os preços de algo que decido comprar. Seja até de uma borracha, eu uso sempre o kuantokusta para saber se há mais barato noutro local. Ou mesmo que não procure pelo mais barato, tento sempre saber os preços de tudo para quando comprar não ter nenhuma surpresa.
18. Nunca chorei com o Titanic. Choro com todos os filmes que são criados para tal, menos com este clássico.
19. Adoro conspirações. Tudo o que seja tipo conspirações da disney, de um filme, do mundo, da história, o que quer que seja, eu adoro.
20. Adoro fruta. A única coisa que eu permito no ponto 6 e 7, é quando um bolo tem ou é feito de fruta. Adoro salada de fruta, adoro adoro adoro.
21. Tenho um medo terrível do que os outros pensam. Infelizmente, não há nada que eu faça sem pensar no que quem me vê possa pensar, não gosto de andar sozinha ou fazer coisas sozinha a maior parte das vezes por isso, e acho tão triste porque eu adoro estar sozinha e adoro a minha companhia.

10 de março de 2017

FRIDAY PHOTODAY • ou what i got for my birthday

Esta semana, como todas as fotos que tirei foram do meu aniversário (mais do que recebi, do que do aniversário em si), decidi fazer um "what I got for my birthday". Não foram muitas coisas, até porque costumam mais dar-me dinheiro para eu comprar o que quiser.

8 de março de 2017

ANIVERSÁRIO • 21 coisas que aprendi em 21 anos


Esta é a primeira publicação do meu aniversário. Hoje trago-vos as 21 coisas que aprendi em 21 anos, não aos 21 porque como nunca tinha feito este post não podia comparar com as 20, as 19, etc.

1. Não há nada mais importante que a família. A família tem que estar sempre em primeiro lugar, em tudo, são as últimas pessoas a abandonar-nos quando quer que seja.
2. Tudo passa. Nada dura para sempre, seja bom ou mau.
3. Ninguém é melhor que nós e nós não somos melhores que ninguém. Aprendi isto na praxe, e vou levar comigo para a vida.
4. Pensamentos positivos melhoram tudo. Acordar e pensar "Este vai ser um bom dia", é meio caminho andado para o ser efetivamente.
5. Nós também merecemos o bem. Toda a gente merece o bem! Nós não somos exceção.
6. A morte existe. Tive que aceitar isso, aceitar que há pessoas que nunca mais vamos ver, tocar, e faz parte da vida.
7. O amor existe. Para nos consolarmos do anterior, o amor também existe! Pode demorar a aparecer, mas mais vale tarde que nunca, e um dia todos vamos ter a oportunidade de viver um!
8. Nós somos importantes para alguém. Podemos achar que não, que não fazemos diferença no mundo, que ninguém se lembra que existimos, mas há sempre alguém a contrariar isso.
9. No fim, tudo acaba bem. Parar de dramatizar por tudo, porque no fim tudo volta ao normal e tudo fica bem.
10. As notas não dizem nada sobre nós. Números nunca definiram nem vão definir a inteligência de ninguém.
11. Devemos dar sempre valor. E mostrar isso, não chega sentir.
12. Sermos bons com alguém e a pessoa aproveitar-se disso não é problema nosso, mas sim da pessoa. Não podemos deixar de praticar o bem porque há quem se beneficie disso, deixando-nos a nós em desvantagem. Vou continuar a ser boa com todos, sem medo que se aproveitem disso para benefício próprio.
13. “O que ninguém sabe, ninguém estraga”. Cada vez mais me consigo aperceber que as pessoas tendem a invejar o que não podem ter e dessa forma, tentam tirar dos outros aquilo que elas também não conseguem ter.
14. O objetivo da vida é cumprirmos os nossos objetivos. Para nos sentirmos realizados.
15. O sofrimento deve tornar-se em força. Aproveitar uma emoção tão forte como a tristeza e usá-la como uma força, como motivação.
16. Perfeccionismo não é uma coisa má. Ao longo da vida fui sempre pensado que tinha que deixar de ser assim, mas acabei por perceber que não é mau ser perfecionista.
17. A preguiça tira-nos tempo de vida. O ficar na cama até às 13h ou até mais tarde, o deitar tarde por não apetecer desligar das redes sociais... Tudo isto tira-nos tempo que poderíamos estar a viver lá fora.
18. O stress é normal e faz bem. Não sentir stress é que é estranho, certo? Um stress miudinho é bem-vindo.
19. O "sítio feliz" de toda a gente nem sempre é uma praia paradisíaca. Quando se imaginam num sítio feliz, é uma praia? Não? Então não faz mal! Todos diziam "imagina-te numa praia", mas, e se numa praia não me sentir bem?
20. Doenças psicológicas são tão importantes como as físicas. A isto eu sempre dei a devida importância, e cada vez mais o faço, mas há quem ainda não pense assim, e é triste.
21. Ser feliz custa tão pouco. Às vezes as coisas mais simples são as que nos deixam mais felizes e nem nos apercebemos.

6 de março de 2017

5 coisas que gosto em mim (GC 010)


Embora seja algo difícil de pensar, foi mesmo por isso que comecei este desafio: para me desafiar a mim mesma, para além de me sentir e ser mais grata por tudo.

A minha empatia

O facto de ficar triste por tudo o que faz os outros ficarem tristes, o facto de sentir compaixão por todos e de me preocupar genuinamente se alguém está bem ou mal. Tento sempre colocar-me no lugar do outro, seja em que circunstância for, é sempre algo que não me esqueço, e o facto de o fazer por vezes faz-me sofrer um pouco pelo outro, ou até me faz ficar feliz.

A minha vontade de fazer tudo por todos

Um pouco ligada à anterior, e às vezes nada ligada, mas quando sei de um problema de alguém já me imagino a viajar o mundo para ajudar a pessoa; ou até quando não é um problema, mas sei que deixaria a pessoa feliz, já tenho vontade de fazer impossíveis para concretizar as minhas ideias. Por isso é que às vezes penso como seria se eu ganhasse o euromilhões e fico com medo...

A minha dedicação

O tempo que invisto, ou até a força, ou a criatividade que deixo estar em algo que eu fiz; a organização que faço para que tudo corra ainda melhor, o esforço e as coisas que tiro para concretizar alguma coisa. Para além de coisas, a dedicação às pessoas. Faço de tudo uma plantinha que tenho que regar todos os dias, e ter toda uma série de cuidados. Gosto muito disso em mim, e espero nunca perder.

O meu cabelo

Passando à parte física: o meu cabelo não é liso nem encaracolado, é ondulado. Já foi pequeno, já foi enorme, agora está médio a pender para o grande. A única coisa que me chateia nele é o tempo que gasto, tanto no banho, como no pós banho, como a pentear, como quando quero fazer algo com ele. De resto, raramente tenho problemas com pontas, com cabelo demasiado fino ou demasiado grosso... Gosto muito dele.

Os meus olhos

Olhos: o que reparo primeiro em toda a gente. Aquela famosa citação do filme "Scarface", para mim, faz todo o sentido: The eyes Chico, they never lie. É onde se vê tudo o que precisamos. E o que mais gosto em mim fisicamente são os meus olhos, pelo seu formato, por não serem muito pequenos nem muito grandes, por serem médios. Por serem expressivos. Para mim, olhos bonitos não são olhos claros, até pelo contrário, sempre gostei mais de castanhos ou até de quase pretos, e também existem certos formatos que me fazem exclamar "bem, mas que olhos bonitos!!!". Tive a sorte de ter um formato de olhos que realmente me agrada e que me vem sempre à cabeça quando penso no que tenho de bom.

4 de março de 2017

21 anos.

Hoje é o meu aniversário e decidi trazer uma carta para mim mesma. Durante estas próximas semanas, à quarta, sairão posts "especiais" de aniversário. Todos eles sobre 21 coisas. Espero que não se importem que isso aconteça, nem que se torne chato para vocês, mas eram posts que eu já queria ter feito e não os queria publicar por dias seguidos.


Hoje fazes 21 anos. Por opção, não tens muitos amigos mas os que tens são fantásticos. Sempre foste um pouco assim: fartas-te de perdoar e, quando estás no máximo, deixas as pessoas saírem da tua vida porque simplesmente não consegues mais lidar. Os teus amigos foram, são e serão sempre como família para ti, espero que quando leres isto continues a concordar. Este ano tens menos umas quantas pessoas na lista de convidados - em número e na questão de nomes, só menos de metade coincide com os 20.
Estás com o Hugo, que continua a ser o melhor ser que conheces. Ele continua a fazer-te torradas e a levar-te à cama? Continua a ver os filmes e as séries que queres? Vocês já juntaram dinheiro para se mudarem? Continuas a ser mimada por ele? Espero que sim.
Neste momento, a tua maior preocupação é sair-te bem no projeto, no estágio e acabares a licenciatura com boa média. Daqui a um ano, espero que tudo tenha corrido bem e te estejas a rir de como panicavas com tudo isto por não haverem razões.
O teu maior medo agora é perderes a avó ou qualquer outra pessoa porque, hoje, ainda continuas a sofrer como sofrias em 2013. Continua a aproveitar todo o tempo que tens com ela, continua a ter paciência para lhe explicares tudo sem te rires porque sabes que ela pensa que estás a brincar com ela e a gozar por ela não saber, quando, na verdade, o que te faz rir é a maneira amorosa e inocente que ela tem de perguntar tudo.
Hoje em dia só consigo pensar em como tudo vai estar quando leres isto, se vou estar a trabalhar, a ter as minhas coisas, se vou continuar a mesma Maria das listas de sempre e se tenho tudo como queria.
Quando leres isto vais perceber que passou realmente tudo muito rápido, até aqui ainda não sei como é que o tempo passa assim, de rajada, mas estou feliz.


De resto, só tenho que vos agradecer por tornarem tudo tão melhor. Por tudo o que me dizem e por acompanharem sempre e, de certa forma, ajudarem-me a crescer ao inspirarem-me tanto! Obrigada, de coração ♥

1 de março de 2017

FAVORITOS DE FEVEREIRO


Quando o ano começa, só consigo pensar: Janeiro passa bem devagar, Fevereiro passa num instante e Março chega a correr. Ainda bem que me vou deixando estar ciente, porque realmente é isto que acontece. Fevereiro passou mesmo rápido e trouxe muitas coisas boas.


25 de fevereiro de 2017

Birthday Wishlist



Eu faço wishlists para tudo e como estou quase a fazer anos, decidi trazer esta. A minha família costuma dar-me dinheiro para eu comprar o que quero, e a não ser que eu diga explicitamente que quero aquela coisa e que é assim e assado, não a vou ter. Este ano só disse ao Hugo, à minha mãe e aos meus amigos o que gostava de ter, por isso acho que a wishlist pode ter chegado um pouco tarde, ainda assim, posso ser eu a comprar em nome de alguém.

Passando às coisas que estão, efetivamente, na wishlist:

22 de fevereiro de 2017

CINCO • contas do instagram


Hoje trago-vos 5 contas do instagram, que descobri há pouco tempo e que me inspiram bastante. Espero que vos inspire também. Todas elas são em tons brancos, azuis, pasteis, e minimalistas até dizer chega.

Conheciam alguma?

20 de fevereiro de 2017

3 pessoas (GC 008)

Expressar gratidão para com 3 pessoas

De tantas pessoas que são boas e que fazem o bem por mim, achei que mesmo escolhendo estas 3, devesse agradecer a todas as pessoas que já fizeram algo por mim, quer estejam ou não na minha vida. Escolhi-os porque são muitas as coisas que me dão na minha vida e porque mesmo todas as palavras do mundo não chegam para estes.


O Hugo

Posso dizer milhões e milhões de coisas, posso partilhar outras tantas que já falei aqui e nenhuma há de chegar pelo que me és, pelo que me dás e pelo que me fazes. Se te agradecer por uma coisa, espero que todas fiquem claras. Quero-te agradecer pela segurança que me dás, por me tranquilizares e me equilibrares sempre, mesmo nos meus piores dias, nas minhas piores fases, em tudo, sempre. Obrigada meu amor.


A Inês

À minha irmã que tanto me altera, que tanto me atura e que tanto me chateia. A ti tenho que te agradecer por todas as vezes que me fizeste pensar "mas porquê que não nos damos bem?" porque mais tarde tive a resposta que compensou todos os momentos que me fizeram pensar isso. Se não nos dávamos bem é porque não era para ser, para que pudéssemos valorizar a relação que temos agora. Não sei se é por estarmos na mesma "fase" de termos poucos amigos e estarmos bem assim ou se é porque nos compreendemos mesmo, só sei que a tua amizade para mim dá-me a segurança que nenhuma outrora me deu e agora percebo que, realmente, não há melhor amiga que uma irmã.



A mãe

Como já disse, 1001 vezes, a minha mãe é a mulher mais fantástica, mais poderosa, mais lutadora, mais engraçada e mais forte que conheço. Tem o dom de nos fazer acreditar que podemos tudo, que a nossa felicidade está acima de qualquer pessoa, que a vida é lixada mas é bonita. Ela, e todos as suas imagens de "bom dia" no facebook - umas engraçadas, outras meh - fazem-me acreditar que cada dia é um dia e que devemos ser gratas por todos que passam por nós.

17 de fevereiro de 2017

FRIDAY PHOTODAY • 10-17 fev



Esta semana foi praticamente dedicada ao Hugo porque só hoje é que não estive com ele. É a última semana de férias e estou a sofrer aos pouquinhos, mas por outro lado estou entusiasmada por voltar.


O dia dos namorados também se passou, fomos jantar - mais uma vez, francesinha - e tive direito à mala que eu tanto queria.


O restaurante era muito amoroso, tinha corações por todo lado e era super acolhedor. Quando chegamos a casa, o irmão do Hugo trouxe-nos uma caixa com bolinhos e estes faziam parte da caixa.


Antes de irmos para casa do Hugo, a minha irmã, como gosta de ser paparazzi, esteve a tirar-me fotos...


... e o Hugo a gozar com as poses que as raparigas fazem.

15 de fevereiro de 2017

SÉRIES • As que quero começar a ver


Agora que estou quase de férias, a minha mente enche-se com "Mas e o que vou fazer hoje? O que vou ver logo?". As séries que eu sigo já são algumas, mas não me chegam e tenho que conhecer mais ainda, viciar em algumas ao mesmo tempo e ver 30 temporadas de uma vez só. Porque não? Reuni algumas que fui ouvindo falar com o passar do tempo e que me despertaram curiosidade.

13 de fevereiro de 2017

Um amigo (GC 007)

Blog da Joana: aduplafacedejoana.blogspot.pt
A minha Ju. A minha Ju das pestanas grandes, do sorriso bonito, das sobrancelhas perfeitas, do cabelo amoroso. A Ju que me traz a calma, o equilíbrio e o positivismo que por vezes me falta.
Conheci a Ju há relativamente pouco tempo, graças ao blog e ao twitter. Sempre se importou comigo e sempre quis saber como estava, se me podia ajudar em algo, se havia alguma coisa que me incomodava, como tinha sido o meu dia, a minha semana, se a faculdade estava a correr bem, com a família, com o namorado, comigo. A Ju importa-se sempre e é provavelmente das pessoas mais preocupadas comigo que conheço.
Foi deixando comentários no meu blog, deixando marcas de carinho e que me faziam tão bem só de ler, mostrava que me admirava e que torcia sempre pelo melhor para mim.
Desde que nos fomos aproximando, a minha vida se tornou um pouco mais fácil porque ganhei alguém a quem podia contar tudo do meu dia quando chegava a casa, e ouvia o dia de alguém. Contava tudo o que me preocupava e o que me tranquilizava, até então não o fazia e contia-me, guardava tudo para mim e tornava-se tudo pior. Quase como um diário, a Joana tornou-se dos meus contactos mais frequentes.

Por tudo o que passamos diariamente, por sermos tão parecidas, pelas energias que ela me passa e pela tranquilidade com que me deixa, preciso de lhe agradecer todos os dias.

10 de fevereiro de 2017

FRIDAY PHOTODAY • 3-10 fev

Como estou de férias, é difícil ter momentos para vos mostrar, porque não saio muito ou quando saio vou aproveitando.


Tivemos um aniversário no sábado, de um dos meus melhores amigos. Registei o caminho para lá...


... e lá. Foi um jantar agradável, o frango era delicioso e tivemos tudo à discrição. 


A semana continuou em casa da minha mãe, ficamos lá a dormir até terça e só saíamos para comprar o jantar ou, como no domingo, para passear.
Depois disso, fiquei all by myself a acabar westworld e a viciar um pouquinho no Sims 4. 

8 de fevereiro de 2017

Penúltimo semestre ✔


Este foi, provavelmente, o semestre mais complicado para mim. Em todos os aspetos: motivação, concentração, emoção, stress, amizades, notas, injustiças, etc.
Aconteceu-me tudo o que eu nunca pensei que pudesse acontecer. Confiei em pessoas que não devia sequer ter pensado que poderia dar uma hipótese, fartei-me (literalmente) de ajudar pessoas que nem sequer vão às aulas - não foi desta que consegui dizer "chega", mas está perto -, pus-me imensas vezes em segundo plano, chateei-me com amigos por causa do stress e do peso que tinha em cima de mim, acabei com algumas amizades que me vieram a provar que nem as eram, superei as minhas expetativas, deitei-me tarde e acordei cedo para ficar a estudar, imprimi milhares de artigos para ler e saber mais sobre vários assuntos, tive a cadeira que mais gostei até agora, tive más notas que aprendi a ver como notas fantásticas por ser uma das melhores da turma, mesmo que seja um mísero 13, aprendi a não me massacrar demais, a perceber que tudo tem o seu tempo, a duvidar de certos profissionais, a avançar coisas sozinha por não ter a ajuda que preciso e que não me dão, aprendi também que por vezes mais vale o pouco esforço do que o esforço em demasia, aprendi a não duvidar das minhas capacidades, a confiar em mim e a perceber que quando acho que sei, sei mesmo.

Estou no último ano, acabei o penúltimo semestre e agora que venha o último: 5 cadeiras, o estágio e o projeto final.

6 de fevereiro de 2017

Algo que alguém me deu e a cidade onde vivo (GC 006)


De todo este tempo com o Hugo e de todos estes anos de existência, este presente foi, talvez, o que mais significou para mim. Pela simplicidade, pela surpresa, pela pessoa que ofereceu, pelo significado que traz com ele. É um anel que eu já andava a namorar há algum tempo e é um dos que dei a entender ao Hugo que queria. Assim que fizemos 2 anos de namoro, esta foi uma das prendas que ele me deu.
Em toda a minha vida, foram várias as coisas que fui recebendo: nos meus anos, no natal, na páscoa, no dia da criança, ou num simples dia comum. Foram várias as coisas que me marcaram e várias as coisas que me deram jeito. Foram coisas caras, coisas baratas, coisas que não tiveram preço (não preço em numerário, mas sim em valor). E de todas elas, esta é a que guardo com mais carinho. É o meu acessório preferido, nunca saio sem ele e de todas as vezes que pensava que o tinha perdido, entrava em desespero. "Quem te mandou lavar as mãos depois de saíres da casa de banho?", "Quem te mandou tomar banho?" e mil e uma perguntas que faço a mim própria quando não sei onde o guardei. Com estas coisas, e depois de pensar ter perdido ou mo terem roubado na faculdade (mas afinal tinha-o guardado no bolso do casaco antes de lavar as mãos - porque o meu inconsciente acaba por ser mais consciente que o próprio), esquivei-me uma ou duas vezes de lavar as mãos em casas de banho de shoppings ou até da faculdade. Espero que as pessoas que me viram não pensem que sou uma porquinha, apenas percebam que o meu medo de perder este anel é maior que o que poderá acontecer se não lavar as mãos no WC.
Depois desta confissão muito bonita, acho que dá para perceber o quanto adoro este anel e o que ele significa para mim.

A cidade onde vivo


De todas as cidades que conheci, que confesso: não são muitas, esta é a que acaba sempre por me apaixonar. Vejo-a todos os dias, calco-a todos os dias, respiro-a todos os dias e é impossível fartar-me dela. Desde sempre que nunca percebi pessoas que dizem "estou farto/a do Porto"... Como?! Como é que consegues fartar-te desta cidade?
Da minha boca sempre se ouviu: não quero viver em sítio algum que não seja no Porto. Agora, as coisas são um pouco diferentes porque conheci Aveiro e apaixonei-me, assim como o Hugo, e acabamos por perceber que as casas lá são muito mais baratas, assim como o trânsito, as pessoas, tudo acaba por agradar com mais rapidez ao Hugo. Eu simplesmente adorei a cidade ao ponto de, provavelmente, considerar trocar o Porto por ela, por uns quantos aninhos. 
Ao longo dos meus 20 anos, sempre disse que o meu maior orgulho é ter nascido aqui e ter crescido por cá. Conheci as melhores pessoas da minha vida nesta cidade, cresci a ouvir os milhentos palavrões por nós inventados, aprendi a gostar de tripas à moda do Porto - ou do arroz, do feijão e do molho -, aprendi a não me encher com meia francesinha, ensinei o significado de muitas expressões nossas a várias pessoas, e, com o tempo, fui perdendo sotaque mas nunca a essência.
O nosso S. João, a nossa passagem de ano, a nossa avenida dos aliados, as nossas ruas, os nossos azulejos, a nossa história... qual outra cidade seria melhor que esta?
Desde que entrei na faculdade - também no Porto - tive que lidar com pessoas que não eram de cá, e, consequentemente, com pessoas que me diziam "tens mesmo sotaque do Puuuorto", "diz isto, diz aquilo". A coisa mais engraçada que me disseram, é que, para além das línguas estrangeiras que falava, também sabia portuense, rio tintense e ramaldense.
Todos os dias passo por Santa Catarina: uma das ruas mais Porto do Porto. E todos os dias me encanto com todas as pessoas com pressa, todas as pessoas com um enorme talento, com todas as pessoas com um tom de voz elevadíssimo, todas as pessoas amáveis e todos os sorrisos que aparecem. Já sorri muitas vezes para estranhos, já muitos estranhos me sorriram, principalmente os mais velhinhos, que são os que com eles trazem todo o misticismo da hospitalidade desta cidade.
Nunca me sentirei mais em casa que cá, nem nunca saberei chamar de casa a outra cidade. Porque, apesar de tudo, nunca serei capaz de colocar cidade alguma acima da minha: o meu fantástico Porto.

3 de fevereiro de 2017

FRIDAY PHOTODAY • 20 jan-3 fev

Durante estas duas semanas, foram poucas as coisas que fiz porque tive a última frequência dia 26 e as únicas fotos que tirava eram para ajudar colegas. No entanto, lembrei-me algumas vezes de tirar fotos aos meus resumos e à minha lapiseira nova (eheheh) para vocês.


Passei realmente muito tempo em volta dos resumos, das to-do lists, dos tópicos, dos artigos... Tudo sobre Pensamento Contemporâneo. Gosto mesmo muito desta matéria, mas os testes são um pouco complicados de se tirar boa nota e o professor é muito exigente, embora seja o meu preferido de todos!! Tive 15,25 nesta 2ª frequência e acabei a cadeira com 15.


Fui ao dentista porque os meus dentes estavam a entortar depois da manutenção e "desativaram" os brackets da frente para podermos mudar neste mês de Fevereiro. Não vejo a hora de tirar o aparelho, mas já faltou mais, bem mais.
Passei a semana a ser bem mimada em termos de comida, foi fruta, francesinhas, bifanas, bifinhos com cogumelos, sobremesas novas.. Não me posso queixar, de todo.


Nesta última semana, fui com a minha irmã comprar um telemóvel porque o dela já estava nas últimas e este passar dela para a #teamandroid já deu alguns problemas. O universo não a quer tirar da zona de conforto dela. Depois disso, fomos ao pavilhão Rosa Mota, para que ela pudesse renovar toda a sua coleção literária, mas nada lhe encheu muito as vistas. Por mim gritaram alguns livros mas não trouxe nenhum porque ainda tenho dois por ler e não quero ser uma hoarder.

Tecnicamente, estou de férias. E que bem que sabe este mini descanso.

1 de fevereiro de 2017

FAVORITOS DE JANEIRO


Este mês passou demasiado devagar para mim, mas no fim passou demasiado depressa. Tanto que me esqueci totalmente dos favoritos do mês. Como não preparei nada durante este mês devido a frequências, trabalhos, stress, desespero, etc, hoje trago-vos um lado “minimalista” dos favoritos. Com mais texto corrido e menos imagens, a não ser as que encontre por cá: pelo PC e pela internet.

24 de janeiro de 2017

Família e um membro da família (GC 004)


A minha família é o meu maior orgulho. Fui criada pela minha mãe (atrás de mim na foto) e pelos meus avós (a minha avó está quase no centro), com a ajuda da minha madrinha (de preto com a bebé) e dos meus tios (o meu tio está ao lado dela). Cresci com os meus primos e os novos que chegaram foram-me acompanhando assim como eu os acompanhei a eles. A minha irmã  (no lado direito da foto) nasceu quando eu tinha 4 anos e só nos começamos a dar muito bem há pouco tempo. Os meus primos (a Raquel, que está de azul e o Nuno, que está na Holanda) sempre foram figuras importantes para mim porque eram os mais velhos, os que já tinham namorados, já saíam várias vezes, já podiam escolher a roupa que iam levar, já compravam coisas para eles quando queriam, já passavam férias com amigos, ... e eu ainda andava agarrada às pernas de toda a gente. Com isto, veio o Miguel (de óculos atrás da minha madrinha), que é namorado da Raquel. Ajuda-me em tudo o que tenha a ver com tecnologia e encomenda-me coisas online (para que mais serviria??). Começaram a namorar quando eu tinha 4 anos e até agora já conquistaram tanta coisa juntos. Duas delas foram a Lara (de rosa do lado esquerdo) e a Ariana (a bebé ao colo da minha madrinha), que eu agradeço imenso por existirem. A Lara nasceu em 2010 e foi, para além da minha irmã, a primeira bebé que acompanhei o seu crescimento. É, cada vez mais, uma miúda simpática, amorosa até dizer chega, e chatinha também, mas não me queixo por nada. A Ariana nasceu em Abril e já me deixa babada sempre que estou com ela. Cada vez mais sorridente e amorosa. Antes delas, nasceu o Gustavo (de azul, por baixo de mim), é filho do Nuno e nasceu na Bélgica. Só o conheci quando ele já falava e andava de um lado para o outro, mas não deixa de me orgulhar. A minha madrinha sempre fez tudo por mim, assim como o meu tio que diz que, para ele, sou a filha que ele nunca teve. Ambos me mimam até ao limite e fazem de mim uma mulherzinha sempre que falam comigo. A minha mãe é a mulher mais forte que conheci, a pessoa mais madura e pela qual eu agradeço sempre; a minha irmã é a minha melhor amiga e nada me deixa mais feliz e satisfeita que a nossa atual relação. Aos meus avós eu agradeço por tudo o que fizeram por mim e, estes sim, são por quem mais grata sou. Ao meu avô, por ter estado na minha vida até um terrível ano que o tiraram de nós, mas que até lá não se cansou de me educar, de me dar tudo ao que eu tinha e não tinha direito e por me ter feito ver o valor que eu tinha. Por me ter defendido sempre, mesmo quando eu não tinha razão, por ter sempre mostrado o orgulho que tinha em mim, que foi o que me trouxe tão longe. E, mesmo não estando comigo, é quem não me deixa desistir do que estou a conquistar. Não acredito, de todo, em Deus, principalmente agora que não o tenho comigo, porque tenho a certeza que se Deus existisse, não o tirava de mim tão cedo. Quando era mais pequena e toda a gente me impingia tudo que da igreja se tratasse, me "obrigavam" a rezar antes de adormecer, ou diziam que eu tinha que andar na catequese, ele foi o único que me disse que eu acreditava no que eu queria, porque ele também não acreditava em Deus desde que começou a perder as pessoas que mais lhe importavam. Também não sei se acredito que há vida para além da morte, mas espero, mesmo mesmo mesmo, que um dia volte a estar com ele.


À minha avó, ao meu amor maior, à minha pessoa: não tenho como agradecer nada nada nada que tenha feito por mim. Desde o lanchinho até às coisas "maiores" que me deu. Desde o biberão com leite que me levava sempre à cama de manhã, até me ter dado a oportunidade de continuar a estudar. Desde o tecto, comida e amor que me deu, até aos passeios que, muito de vez em quando, fazemos. Desde o "vai lá comprar aquela peça de roupa", até à roupa lavada e passada que me dá. Desde a preocupação de sempre, até à liberdade de hoje.
Sei que, se não fosse ela, hoje poderia não ter metade da educação que tenho, não seria tão mimada, não teria metade das coisas materiais que tenho, nem tão pouco teria um cantinho onde passar o fim-de-semana e as férias descansada com todo o mimo e simpatia que só ela me consegue dar.
Hoje luto por ser alguém melhor, para lhe retribuir com tudo o que fez por mim. Faço o que posso e não posso para acabar o dia/semana/mês/ano e saber que deixei a minha avó, em algum momento, feliz e orgulhosa por mim.
Vou-te sempre dar beijinhos repenicados para ganhares cócegas e ouvir-te rir, porque o teu riso é o melhor que posso ter ao final do dia.

20 de janeiro de 2017

FRIDAY PHOTODAY • 13 jan-20 jan


Passei esta semana em casa do Hugo porque entramos de férias e queria passar tempo com ele. Como ele mora no fim do mundo, as temperaturas são sempre negativas e tudo o que me confortava eram estas coisas e os cobertores quentinhos. A mãe dele trouxe-nos um milka oreo enorme.


Eu tive que andar com pantufas e ainda assim congelava.


Tive direito a pequenos-almoços na cama enquanto víamos House of Cards.


Quinta-feira: tive a única e penúltima aula que me resta ter este semestre, fui ao dentista, fui passear com a minha mãe e a minha irmã pelo Porto, jantei em casa e, porque o pedido "oficial" que tinha falado aqui aconteceu, tive que sair depois de jantar.


Consequentemente, eu e o Hugo (que foi o doutor que ela escolheu para a acompanhar comigo), fomos à praxe à noite, dedicada a saber se era aceite para batizar ou não. Inicialmente fiquei no carro porque para batizar uma caloira, tem que ser um doutor (logo, eu ficava "apagada" disto), mas desde as 21h até quase à 1h o meu telemóvel foi morrendo e eu fiquei sem ter que fazer no carro, então fui ter com eles. Cheguei a casa às 3h e foi assim que a minha semana terminou.

16 de janeiro de 2017

Significant Other (GC 002)

Esta vai ser uma das novas rubricas do blog. Todas as semanas, todas as segundas-feiras, vou-vos trazer um post novo sobre Gratidão. Decidi procurar "desafios" deste género e encontrei este, que gostei logo. Como nas semanas anteriores (dia 2 e dia 9), não consegui publicar, este vai ser o juntar de duas semanas e dois respetivos temas. Na próxima segunda saem mais dois. 

Porquê começar o Gratitude Challenge? (GC 001) e Significant Other (GC 002)

Para mim, a palavra e a atitude de 2016 foi gratidão. E nada melhor que continuar a ser grata com estes desafios todas as semanas. Para além de me fazer escrever, fazem-me ser agradecida pelo que quer que seja.

13 de janeiro de 2017

FRIDAY PHOTODAY • 6 jan-13 jan

Durante esta semana não tirei muitas fotos porque foi uma semana de estudo a toda a hora, entregas de trabalhos, testes, apresentações... O tempo para mim foi escasso e foi passado a dormir quando conseguia.


No sábado fomos ver Assassin's Creed, finalmente! O filme saiu no dia 5, mas era suposto ter saído a 20 e tal de Dezembro. Andei ansiosa o tempo todo e admito que não sabia o que ia sair dali, como é que eles iam conseguir o filme, etc, mas surpreendeu-me bastante e adorei!


Quarta-feira foi, mais uma vez, dia de carbonara. Esta semana começam as minhas férias e não sei como vou conseguir sem ter carbonara uma vez por semana.


Enquanto esperava que o Hugo chegasse, fui tirando fotos porque às vezes dá-me vontade de atualizar o instagram, ainda que raramente goste de fotos minhas e realmente as publique, mas ao menos tento.


Por fim, o último esforço. O último teste desta semana horrível foi na quinta e agora sim, já me sinto de férias.
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