21 de setembro de 2013

18 de setembro de 2013

Eu até podia gostar da escola. Se as pessoas não fossem todas mesquinhas, se eu não tivesse que acordar cedo, se os testes não fossem difíceis, se não dividisse uma sala com pessoas que odeio, se não comentassem por tudo e por nada, se não tivesse de encarar pessoas que podiam desaparecer, se não tivesse a pressão do último ano do secundário e de subir as médias, se não tivesse de ir a pé para a escola, se não houvesse chuva pelo meio, se não tivesse de andar carregada com guarda-chuvas e botas nos pés, se não tivesse de agir como se me importasse com tudo o que dizem, se não tivesse de gastar dinheiro em tudo e mais alguma coisa, se não tivesse de estudar, se percebessem que não quero saber de nada, se não tivesse de escrever e escrever e escrever coisas que não são do meu agrado... Claro que adoro a escola, adoro comprar cadernos, canetas, mochilas, malas, capas, adoro física, adoro ouvir música no caminho, adoro os intervalos, adoro tardes livres e adoro a hora de saída.

17 de setembro de 2013

O mal de estar com pessoas de longe é que elas acabam por nos deixar também. Estamos com elas para nos sentirmos bem, para esquecermos aqueles que nos fazem mal e nos deixam sozinhos. Mas elas acabam por ir embora. Chega a hora daquele abraço apertado, das últimas palavras e apercebemo-nos que o bem que elas nos fizeram, acabou.
(...) e o pior é que não sabemos quando voltam a fazer-nos bem.

15 de setembro de 2013

Se até a personagens de séries me apego, porque não haveria de o fazer também com todas as pessoas que passam pela minha vida?

10 de setembro de 2013

«os dois deitados nas nuvens a ver as constelações
o último a dormir apaga a lua, lembras-te das expressões?»

9 de setembro de 2013

epá, só a mim

Até que ponto é mau ter um ex namorado, uma rapariga que era a minha melhor amiga e duas raparigas que odeio... na minha turma?
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