19 de dezembro de 2011

If it makes you happy [...]

Acordar sem despertador, vestir um robe, beber leite com chocolate sem te preocupares com o tempo para ires para a escola, abrir o armário e ver chocolates e batatas fritas ao teu dispôr, encontrar fotos antigas, estar mal vestida e a ter um dia daqueles e alguém te elogiar na rua, receber uma mensagem de alguém que nem esperavas que ainda tivesse o teu número, descobrir que o almoço/jantar é a tua comida preferida, chegar à escola e veres alguém à tua espera, receber um teste com uma nota acima do que esperavas, perceber que aquele trabalho que pensavas estar tão mau não ia ser apresentado naquele dia e que ainda tens dias para o melhorar, conseguir encaixar a pen à primeira, perceber que é fim-de-semana, passar o domingo a ver televisão no sofá, ligar o rádio e começar a tua música preferida, ganhar abraços, ouvir um "és tão linda" do nada, contar uma piada fail e mesmo assim rirem-se, descobrir que a tua melhor amiga está tão triste quanto tu por terem discutido, perceber aquela matéria difícil, descobrir coisas em comum com alguém, saber que uma pessoa não se esqueceu de ti, saber que alguém com quem passaste um momento simplesmente marcante se lembra disso também, encontrar uma música que parece que foi feita pra ti, ganhar um sorriso de uma criança na rua, ficar sozinha em casa, dançar em frente ao espelho, comer o dia inteiro, demorar no banho, sonhar com as coisas que querias que acontecessem.


E mais um milhão de coisas simples, mas que são o que realmente te faz feliz sem perceberes.

18 de dezembro de 2011

Conversation

- Depois da relação avançar, ela começa a gostar mais e ele menos.
- Não acho professora. Simplesmente ele deixa de mostrar que gosta, deixa de lutar porque pensa que já a tem na mão, mas como todos, está enganado.

1 de outubro de 2011

There's no guarantee that this life is easy

Cada vez tenho menos vontade de acordar, de adormecer, de chegar a casa, de sair, de ir para a escola, de ter aulas...
Acordo, deparo-me com a crise, adormeço a pensar quando passará, quando tudo acabará, quando deixarei de ouvir que temos falta de dinheiro... Vou para a (nova) escola sem conhecer metade das pessoas, espero para entrar numa sala com gente que não gosto e não condiz com o meu estereótipo de pessoas que quero conhecer, de amizades que quero fazer... Entro na sala cinzenta, já com vontade de sair.
Ser olhada de lado e/ou de cima abaixo pelas raparigas mais conhecidas, ser abordada pelos rapazes mais apreciados. Ser o que não sou.
Isto tem sido a minha rotina.
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